sábado, 21 de maio de 2011

Atualização

Depois de tanto tempo sem escrever nada por aqui, nem mesmo estudo dirigido (que é um dos principais motivos de visitas a este blog), resolvi postar umas fotos do trabalho da 16A no laboratório. Já faz alguns dias que estas atvidades aconteceram mas só hoje estou conseguindo chegar aqui.

A atividade "fabricando fósseis" foi, além de divertido, esclarecedor para alguns alunos, pois sentiram um "gostinho" do trabalho de paleontólogo.



E os "fósseis" que quebraram...trouxeram mais realidade a atividade.

Aqui os alunos estão analisando os diferentes tipos de solo que eles trouxeram.

A turma está de parabéns pelo seu empenho nas aulas práticas.


quinta-feira, 24 de março de 2011

Encontrado no RS fóssil de espécie nunca antes catalogada


Fóssil com dentes de sabre de cerca de 260 milhões de anos foi descoberto em São Gabriel

Gustavo Azevedo
Uma descoberta inédita de um fóssil com dentes de sabre com cerca de 260 milhões de anos foi apresentada na tarde desta quinta-feira na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Os ossos do crânio de um terápsido — uma antiga linhagem de vertebrados que deu origem aos mamíferos extinta há milhões de anos — encontrado em março do ano passado numa fazenda da localidade de Tiaraju, no interior de São Gabriel, na Campanha, coloca o Rio Grande do Sul na vitrine científica mundial.

Segundo o coordenador da pesquisa, o paleontólogo Juan Carlos Cisneros, foi necessário um ano de pesquisa para comprovar que o material encontrado é especial por se tratar de uma espécie nunca antes catalogada.

Além disso, constitui o registro mais antigo de um herbívoro com dentes de sabre. Os pesquisadores batizaram a descoberta como Tiarajudens Eccentricus, uma nomeclatura que destaca os dentes fora do normal e também o local encontrado.

— O achado é o mais antigo de um terápsido que tinha a capacidade de mastigar. Os dentes de sabre eram mais comuns em carnívoros e não em herbívoros — explicou Cisneros.

A descoberta é tão importante que recebeu destaque na revista americana Science, tradidicional publicação da área cintífica. A pesquisa foi conduzida por cientistas da UFRGS, da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da University of the Witwatersrand, da África do Sul.
ZERO HORA